mag 16, 2014 - Senza categoria    No Comments

Rino Gaetano ” Ma il cielo è sempre piu blu ” completo.

Ma il cielo è sempre più blu uh uh, uh uh,
il cielo è sempre più blu uh uh, uh uh, uh uh..
Ma il cielo è sempre più blu

Chi vive col padre,
chi fa la rapina,
chi sposa la Gina,
chi ha rotto con tutti, eh eh
chi vince a Merano,
chi cerca il petrolio,
chi dipinge ad olio,
chi chiede un lavoro

Chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi fuma il toscano,
chi vive cent’anni
chi ha seguito una strada,
chi ha fatto carriera
chi perde la calma,
chi non sembra più lui
chi lamenta un dolore,
chi chiede un lavoro
chi torna sui passi,
chi ha visto Onassis
chi ha preso il diretto,
chi canta in falsetto
na na na na na na na, na na

Ma il cielo è sempre più blu – le tue virtù
ma il cielo è sempre più blu – le tue virtù
- le tue virtù
Chi vive in baracca, – le tue virtù
chi suda il salario
chi ama l’amore,
chi tira al bersaglio
chi sogna la gloria,
chi ha scarsa memoria,
chi gioca a Sanremo,
chi va sotto un treno

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi ama la zia,
chi va a Porta Pia
chi ciò che ha provato,
chi tutto sommato
chi sogna i milioni,
chi gioca d’azzardo
chi parte per Beirut ha in tasca un miliardo

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi è stato multato,
chi odia i terroni
chi canta Prévert,
chi copia Baglioni
chi fa il contadino,
chi ha fatto la spia
chi è morto d’invidia o di gelosia

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi legge la mano,
chi vende amuleti
chi scrive poesia,
chi tira le reti
chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi solo ogni tanto,
chi tutte le sere
chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi solo ogni tanto,
chi tutte le sere
chi mangia una volta,
chi vuole l’aumento
chi cambia la barca felice e contento
chi ama la zia,
chi va a Porta Pia
chi come ha provato,
chi tutto sommato
chi sogna i milioni,
chi gioca d’azzardo
chi parte per Beirut ha in tasca un miliardo
chi è stato multato,
chi odia i terroni
chi canta Prévert,
chi copia Baglioni
chi fa il contadino,
chi ha fatto la spia
chi è morto d’invidia o di gelosia
chi viev in baracca
chi legge la mano

chi nasconde la mano.

apr 20, 2012 - Gastronomia    No Comments

Receita de pesto à Genovese

O molho pesto original, que é com manjericão, tem um gosto bem forte e marcante, mas é saborosíssimo e muito cheiroso. Mas porque pesto? Em italiano pestare significa esmagar, amassar, daí o nome do molho. É tradicional de Gênova, obviamente que todo mundo conhece e fica na Itália (rsrs). Fica delicioso em massas, saladas (eu vi ema receita noCasamenteiras, maravilhosa), em sopas e até pra você colocar como ingredientes de outros molhos, com pães, legumes… ufa! Enfim, viram como dá pra aproveitar em um monte de coisas. A receita é meio “abrasileirada”, já que nem todo mundo tem como encontrar os ingredientes originais, lá de Gênova (a não ser que você vá de jatinho só para comprá-los… kkkkk). Ah, lembrando que o molho é feito no pilão de madeira, porque de metal escurece o manjericão, e quem não tem um pode fazer no processador, mas já vou avisando que não fica a mesma coisa.
 
 Receita de Molho Pesto
4 dentes de alho
1 xícara de manjericão fresco
3 colheres de chá de pinoli triturado
100g de queijo parmesão
½ xícara de chá de azeite
Sal a gosto
Modo de Fazer
No pilão coloque o manjericão, o alho , o pinoli e metade do azeite e comece a amassar, depois junte o restante do azeite e o queijo parmesão até o molho encorpar, e coloque sal a gosto.
Mas você deve estar perguntando: o que é pinoli? É um tipo de castanha, que extraída do pinheiro-manso, que é bem cara (o quilo fica por volta de R$ 290,00) e não se encontra em toda esquina. Pode ser substituído na receita por nozes, castanha de caju ou amendoim. Quando eu fiz a receita, usei castanha de caju, bem mais fácil de ser encontrada e é relativamente barata (devia ser mais, já que é produto da terra). E também descobri que o manjericão pode ser substituído por rúcula, agrião, coentro ou salsinha. Tem muitas opções para baratear e encontrar os ingredientes.
Quem vai experimentar? Correndo pra cozinha…
Pesto Genovese
apr 20, 2012 - Senza categoria    No Comments

-*~-Itália Nostra- ~*-


feb 11, 2011 - Senza categoria    No Comments

Hosni Mubarak perde o poder sobre o Egito depois de 30 anos de Dominio.

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O Egito passa, neste começo de 2011, por uma mudança política desencadeada por revolta popular. Nesta sexta-feira (11), a renúncia do presidente Hosni Mubarak foi anunciada pelo vice-presidente do país, Omar Suleiman. Mubarak estava há 30 anos no poder.

A decisão ocorre após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos. O movimento popular  tem inspiração no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, cujo governo se prolongava havia 23 anos. Além do Egito, os levantes no mundo árabe inspirados no exemplo da Tunísia se espalharam por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Sudão e Omã.

Aos 82 anos, Mubarak já havia apresentado alguns problemas de saúde e, depois da pressão popular, admitiu que não seria candidato a um sexto mandato na eleição presidencial. A eleição está prevista para setembro deste ano.

Analistas acreditavam que ele iria tentar emplacar seu filho, Gamal Mubarak, como sucessor no comando do Partido Nacional Democrático (PND), o maior do país. Entretanto, Gamal e outras lideranças deixaram o partido no sábado (5). Nesta sexta, o secretário-geral do partido, Hossam Badrawi, renunciou ao cargo dizendo que o país em crise “precisa de novos partidos”.

Um dia antes da renúncia, Mubarak fez discurso na TV e afirmou que pretendia continuar no governo até setembro, à frente da transição de poder. Ele também disse que iria transferir poderes ao seu vice, Omar Suleiman.

Partido
O partido domina o Parlamento e esteve todos estes anos a serviço do ex-presidente, que também comandava as Forças Armadas. Mas a estabilidade deste ex-militar da Aeronáutica, principal aliado do Ocidente entre os países árabes, se viu ameaçada pela primeira vez.

No final de janeiro, a oposição no Egito se uniu pela primeira vez para integrar os protestos iniciados em 25 de janeiro. Principal força oposicionista, a Irmandade Muçulmana, que tinha deixado aos seus membros a possibilidade de participar dos protestos, anunciou seu apoio oficial dias depois.

O posicionamento da Irmandade Muçulmana, organização da qual se originou a facção palestina Hamas, representou um novo desafio ao governo de Mubarak.

Somou-se a isto o retorno ao país do Nobel da Paz e ex-presidente da Agência Internacional de Energia Atômica, ligada à ONU, Mohamed ElBaradei. Ele, que conta com a simpatia do Ocidente, expressou sua disposição de assumir um eventual governo de transição e não descartou concorrer nas eleições de setembro.

O presidente dos EUA, Barack Obama, que tem no Egito o principal aliado no mundo árabe, também pressionou pela saída imediata de Mubarak. Líderes da União Europeia se juntaram aos apelos pela renúncia.

Até mesmo aliados de Mubarak, como o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembleia, Mostapha al Fekki, também membro do Partido Nacional Democrata, pediram ao presidente egípcio “reformas sem precedentes” para evitar uma revolução no Egito.

Pressão
Pressionado, Mubarak anunciou que não iria disputar a reeleição, nem mesmo tentar lançar o filho como sucessor. O
governo também anunciou concessões, como um aumento de 15% nos salários do funcionalismo e nas aposentadorias.

Pela primeira vez em 30 anos de regime, Mubarak nomeu um vice-presidente, Omar Suleiman, que assumiu o comando das negociações com a oposição, e novos ministros. Em sua primeira reunião, o novo gabinete ministerial prometeu investigar casos de fraude eleitoral e corrupção no serviço público.

As medidas, no entanto, foram consideradas “vagas” pela oposição, que continou a reunir centenas de milhares de manifestantes na praça Tahrir, local que se tornou símbolo dos protestos antigoverno e palco das celebrações da abertura democrática.

Repressão
A dura repressão aos protestos no Egito provocou reações de diversos países. A ONU estima que mais de 300 pessoas tenham morrido e que milhares ficaram feridas desde o início das manifestações.

Houve intimidação e violência contra jornalistas, inclusive brasileiros. O uso de redes sociais para convocar as manifestações fez com que a internet e o sinal de algumas operadoras de telefonia celular fossem interrompidos – o governo negou intervenção.

Relação com os EUA
A proliferação de revoltas para países menores preocupa autoridades ocidentais pela fragilidade destes regimes. Outra preocupação do mundo Ocidental é com relação a Israel, já que, atualmente, só dois países da região têm tratados de paz com o país: Egito e Jordânia.

O número dois da diplomacia americana, James Steinberg, anunicou que os Estados Unidos trabalharão para assegurar que a violência desatada no Egito não crie “novos perigos para Israel ou a região”.

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País chave
O Egito, o mais populoso dos países árabes (80 milhões de habitantes), é importante aliado do Ocidente na região e administra o Canal de Suez, essencial para o abastecimento de petróleo dos países desenvolvidos.

Além disso, é um dos dois países árabes (o outro é a Jordânia) que assinou um tratado de paz con Israel. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, mencionou o fantasma de um regime ao estilo iraniano, caso, aproveitando o caos, “um movimento islamita organizado assuma o controle do Estado”.

Em Alexandria, segunda maior cidade do país, grupos pró e contra Mubarak entraram em confronto após o discurso, segundo imagens ao vivo mostradas pela rede Al Jazeera.

Também nesta terça, o rei da Jordânia -outro importante aliado dos EUA no mundo árabe- anunciou uma mudança no governo do país, também depois de protestos populares e de opositores.

Os protestos em Egito e Jordânia  -assim como Marrocos, Iêmen e Síria- foram inspirados pelo levante popular que derrubou o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, que caiu pela pressão popular após 23 anos no poder.

 fonte: www.g1.globo.com 

ago 31, 2010 - Senza categoria    No Comments

Obama oficializa fim da missão de combate dos EUA no Iraque

Cinquenta mil soldados continuam em tarefas de apoio e treinamento.
Segundo presidente, agora o foco é economia.

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou oficialmente o fim da missão de combate americana no Iraque, em um discurso no Salão Oval da Casa Branca na noite desta terça-feira (31). Obama enfatizou que a principal missão do país neste momento é restaurar a economia e colocar os milhões de americanos que perderam o emprego para trabalhar. “É hora de virar a página”, disse o presidente, da mesma mesa em que George W. Bush anunciou o início da guerra, em 2003.

“Esta noite, anuncio que a missão de combate americana no Iraque acabou. A Operação Iraque Livre está finalizada, e os iraquianos agora têm responsabilidade por sua segurança e pela segurança de seu país. Essa era minha promessa quando fui candidato a este posto”, disse Obama.

O presidente enfatizou que os EUA pagaram um preço muito alto para colocar o futuro do Iraque na mão de seus cidadãos. “Mandamos nossos homens e mulheres para fazerem esse enorme sacrifício e gastamos enormes recursos em um momento de orçamento apertado dentro do país.”

Menos de 50 mil soldados americanos permanecem no Iraque, em tarefas de apoio e treinamento; Ao menos 100 mil deixaram o país, invadido em 2003 pelo ex-presidente George W. Bush, para capturar um arsenal de armas de destruição em massa que jamais foi encontrado.

O presidente destacou que os líderes do Iraque devem formar rapidamente um novo governo: “esta noite, encorajo os responsáveis iraquianos a avançar com urgência para formar um governo que seja representativo de todos os iraquianos”. “Quando o governo estiver formado, não haverá dúvidas, os iraquianos terão um parceiro forte: os Estados Unidos”, acrescentou.

Quase um trilhão de dólares foram gastos e mais de 4,4 mil soldados americanos e ao menos 100 mil civis morreram desde 2003. Uma pesquisa recente da rede CBS mostrou que 72% dos americanos acham que a guerra não compensou as perdas de vidas de americanos.

Obama disse que em agosto do ano que vem, a transição será no Afeganistão. Segundo ele, agora os EUA estão aptos a aplicar mais recursos no Afeganistão devido à mudança no Iraque, e que o ritmo da retirada norte-americana naquele país dependerá das condições em terra, mas começará na data prevista, em julho de 2011.

* Com informações da Reuters

fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/obama-oficializa-fim-da-missao-de-combate-dos-eua-no-iraque.html

apr 23, 2010 - opinioni    3 Comments

Pedofilia na Igreja Católica: a “grande dor” de Bento XVI

Pedofilia na Igreja Católica: a “grande dor” de Bento XVI

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 O Papa Bento XVI sente “uma grande dor” pelos casos de pedofilia revelados recentemente em vários países, afirmou hoje o seu braço direito, número dois no Vaticano, Tarcísio Bertone.

“Os casos de pedofilia entre os padres causaram uma grande dor no Papa”, declarou o cardeal Bertone, citado pela agência AFP. “O Santo Papa sofreu muito, tal como nós, por esses casos de padres infiéis à própria vocação e à própria missão”, acrescentou.

Nas últimas semanas, Bento XVI foi acusado, na comunicação social alemã e norte-americana, de ter mantido o silêncio sobre abusos sexuais durante 24 anos quando era arcebispo de Munique e mais tarde líder da Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano.

“A Igreja (Católica) é uma instituição que tem uma força interior e o carisma de Jesus Cristo que, apesar dos casos, continua a proteger e apoiar a sua Igreja”, concluiu o cardeal italiano Tarcísio Bertone.

Bispo foi elogiado por proteger pedófilo

Em meio às críticas aos procedimentos da Igreja Católica em lidar com casos de pedofilia envolvendo o clero, um site francês divulgou na semana passada uma carta de 2001 na qual um cardeal colombiano elogia um bispo por não ter denunciado às autoridades civis um padre de sua diocese condenado a 18 anos de prisão por abuso de menores. Ontem, o Vaticano usou o caso como um exemplo de que esse procedimento não ocorre mais.

Os elogios foram feitos pelo cardeal Darío Castrillón Hoyos, de 81 anos. A missiva, que pode ser lida no site golias.fr, foi enviada quando Hoyos liderava a Sagrada Congregação para o Clero, órgão encarregado de supervisionar assuntos relacionados aos sacerdotes e aos diáconos que não pertencem a uma ordem religiosa. Os nomes do bispo destinatário e do padre, condenado em 2000, não foram divulgados.

“Eu o felicito por não ter denunciado um sacerdote à administração civil. Fez bem e estou encantado por ter um companheiro no bispado que, aos olhos da História e de todos os bispos do mundo, preferiu a cadeia” a denunciar um padre, diz a carta.

Segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, o caso “demonstra como era necessária a unificação de todos os casos de abusos sexuais sob a competência única e rigorosa da Congregação para a Doutrina da Fé” – organismo encarregado da disciplina interna dos sacerdotes, entre outras atribuições, e que foi chefiado pelo atual papa Bento XVI durante grande parte do pontificado de João Paulo II.

O cardeal colombiano, um dos primeiros latino-americanos designados por João Paulo II para trabalhar na Cúria Romana, não quis se pronunciar sobre o caso. Transferências. Pelo menos 30 padres acusados de abusos contra menores foram transferidos para outros países, entre eles o Brasil. A revelação é da agência de notícias Associated Press, que fez um levantamento em 21 nações. Alguns dos padres escaparam de investigação policial e muitos voltaram a trabalhar em contato com crianças.

“O padrão, se um padre cria problemas e está perto de gerar escândalo ou se a lei pode ser envolvida, é enviá-lo ao estrangeiro”, conta Richard Sipe, um ex-monge beneditino crítico dessa prática. “Tudo para evitar um escândalo”, completa.

Autoridades da Igreja afirmam que, em alguns casos, a mudança foi iniciativa do padre e a paróquia de destino não teria sabido das acusações. Em outros, havia dúvidas sobre as acusações ou o padre já tinha sido punido e se regenerado.

Um dos padres transferidos, Mario Pezzotti, teria estuprado por três vezes um adolescente de 14 anos na cidade de Holliston, nos Estados Unidos, em 1959, além de outras acusações. Em 1993, a vítima recebeu uma indenização de US$ 175 mil. Na época, Pezzotti vivia no Brasil, para onde havia sido transferido em 1970 e onde ficou até 2003. Durante sua estada no País, Pezzotti trabalhou com índios caiapó, entre eles crianças.

“Eu pedi para deixar Holliston e ir para o Brasil para mudar minha vida”, escreveu o padre à vítima, Joe Callander, em 1993. “Ao chegar ao Brasil, confiante na misericórdia de Deus, admiti o problema. Com ajuda divina, eu o superei”, concluiu.

Não há evidências de que Pezzotti, hoje com 75 anos e vivendo na Itália, tenha abusado de crianças no Brasil. A Justiça não registra queixas contra o sacerdote. O reverendo Robert Maloney, que trabalhou na disputa judicial entre Callander e Pezzotti, disse que o padre foi liberado para ficar no Brasil por mais uma década e trabalhar com crianças após uma avaliação psicológica.

Entre outros casos semelhantes estão o de um padre acusado de abusos em Los Angeles que foi mandado para as Filipinas; o de um padre canadense enviado à França, onde voltou a ser condenado por abuso; e de outro que foi movido várias vezes da Inglaterra para a Irlanda e vice-versa.

09 Abril 2010 – 09h11

Declarações do bispo Bernt Eidsvig

Noruega: Novos casos de pedofilia na Igreja Católica

dgd.jpgO bispo de Oslo e Trondheim, Bernt Eidsvig, revelou à imprensa norueguesa que recebeu diversas informações sobre alegados novos casos de pedofilia no seio da Igreja Católica da Noruega, uma Igreja que está em minoria já que a maioria da população é Protestante.

“Recebi por email tantas indicações de possíveis agressões e outros abusos sexuais que o servidor bloqueou”, afirmou Bernt Eidsvig. O religioso revelou também que a Igreja Católica vai averiguar estas denúncias. De acordo com a imprensa norueguesa nos últimos dias vieram a público nove casos que envolvem abuso sexual de menores no seio da religião católica.

 

 

 

 

MAIS DE 80 MIL CATÓLICOS PODERÃO DEIXAR IGREJA DA ÁUSTRIA APÓS ESCÂNDALOS

VIENA, 22 ABR (ANSA) – Os escândalos de abuso sexual contra menores da parte de membros do clero na Áustria poderão fazer com que até 80 mil fieis do país europeu deixem a Igreja Católica neste ano, segundo informou o jornal Die Presse.
    Entre janeiro e março de 2010, mais de 30 mil pessoas se retiraram da instituição religiosa. No mesmo período de 2009, o número chegara a 21 mil austríacos. No total, a quantidade de abandonos foi de 53.216 no ano passado.
    A publicação citou dados das dioceses locais e calculou que o recorde de desistências incluirá perdas econômicas de até sete milhões de euros nas taxas pagas pelos fieis — entre 0,1% e 1,1% dos rendimentos tributáveis. No total, os prejuízos podem chegar a 350 milhões de euros anuais.
    Com uma população de 8,4 milhões de pessoas, estima-se que 70% dos austríacos sejam católicos, o que corresponde a pouco menos de seis milhões de habitantes.
    Nas últimas semanas, o arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn, considerado bastante próximo ao papa Bento XVI, condenou os casos de pedofilia surgidos na Igreja do país e prometeu ir a fundo nas investigações.
    Entre outras medidas, ele denominou uma comissão independente, presidida por uma mulher, encarregada de esclarecer as denúncias e prestar assistência às vítimas.
    Além de Áustria, recentes suspeitas de crimes de abuso sexual contra menores cometidos por padres e freiras católicos estão vindo à tona em países como Alemanha, Brasil, Estados Unidos, México, Irlanda e Itália, entre outros. (ANSA)
22/04/2010 09:14

 

Papa Bento XVI promete ação da Igreja para combater denúncias de pedofilia

21/04 às 11h36 O Globo; Agências internacionais

CIDADE DO VATICANO – O Papa Bento XVI prometeu nesta quarta-feira uma reação da Igreja Católica diante da série de denúncias de abusos sexuais envolvendo religiosos. O pontífice comentou sua recente viagem a Malta e falou do encontro mantido por ele com pessoas do país que foram abusadas sexualmente por religiosos católicos. ( leia mais: no brasil, padre acusado de pedofilia vai para prisão domiciliar; igreja cogita expulsão )

-pope-vatican-afp-20100403-hg.jpg Dividi com eles o sofrimento e, com emoção, rezei com eles assegurando a ação da Igreja – declarou o Papa, durante a audiência geral desta quarta-feira, a primeira desde a visita ao arquipélago mediterrâneo.

Segundo relatos, bento xvi chorou ao se reunir com oito cidadãos de malta molestados durante os anos 1980, quando moravam em um orfanato católico. Na ocasião, o chefe de Estado do Vaticano expressou “consternação, vergonha e dor” por aquilo que as vítimas e suas famílias sofreram.

- O amor de Deus é maior que qualquer tempestade ou naufrágio – afirmou o Papa nesta quarta, relembrando a celebração do 1950º aniversário do naufrágio de São Paulo na região de Malta.

Nos últimos dias, o pontífice vem comparando os recentes escândalos de pedofilia que envolvem membros da Igreja Católica em diversos países ao “mau tempo que fez o barco do apóstolo de Jesus Cristo afundar em Malta”.

Bento XVI pediu aos fiéis que sigam o exemplo de São Paulo, que “mesmo na violenta tempestade, manteve a confiança e esperança e soube transmiti-las a seus companheiros de viagem”, e se dirigiu aos católicos malteses, que conseguiram exprimir neste momento difícil uma acolhida “verdadeiramente extraordinária”.

O Papa elogiou a população de Malta por não introduzir nas leis do país o divórcio e o aborto:

- É uma comunidade forte, com uma fé ardente e sólida, que após dois mil anos ainda é fiel ao Evangelho e se esforça para comunicá-lo com os desafios contemporâneos

Fontes das Reportagens :

http://www.ionline.pt/conteudo/54460-pedofilia-na-igreja-catolica-grande-dor-bento-xvi
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100417/not_imp539515,0.php
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=3270ECED-3822-4054-BADC-87E36F40FA4C&channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091
http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/fdg/201004220914373774/201004220914373774.html
http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/mundo/mat/2010/04/21/papa-bento-xvi-promete-acao-da-igreja-para-combater-denuncias-de-pedofilia-916401079.asp

ott 9, 2009 - Senza categoria    No Comments

Obama é o Nobel da Paz de 2009

Obama é o Nobel da Paz de 2009

Presidente dos EUA levou o prêmio por seus esforços pela paz mundial.
Prêmio vai ser entregue em 10 de dezembro, em Oslo, na Noruega.

0,,26376350-EX,00.jpgO presidente dos EUA, Barack Obama, venceu o Prêmio Nobel da Paz na edição 2009. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega, pelo comitê do Nobel.

 

O prêmio foi dado por conta dos apelos do presidente pelo desarmamento nuclear e por seu trabalho pela paz mundial.

“O comitê deu muita importância à visão e aos esforços de Obama na perspectiva de um mundo sem armas nucleares”, disse o presidente do Comitê Nobel da Noruega, Thorbjoern Jagland. “Muito raramente uma pessoa com a influência de Obama capturou a atenção do mundo e deu às pessoas a esperança de um futuro melhor.”

O comitê também citou por os “esforços extraordinários” do democrata “para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.

 

Obama foi acordado de madrugada por um telefonema do porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, com a notícia da premiação. Ele se disse “honrado” com a escolha do comitê.

 0,,26201403-FMM,00.jpg                                                                                                                                       Agenda internacional ambiciosa 

   

Obama, que assumiu em 20 de janeiro deste ano, depois de um processo eleitoral histórico no ano anterior, chegou à Casa Branca com uma agenda internacional ambiciosa, além de enfrentar internamente os efeitos da crise financeira do ano anterior.

 

Ele trabalhou desde o começo de sua gestão pelo desarmamento nuclear, também tentou recomeçar, ainda que sem sucesso imediato, o processo de paz no Oriente Médio, além de buscar levar a um final honroso as intervenções militares no Afeganistão e no Iraque, iniciadas após o 11 de Setembro por seu antecessor, o republicano George W. Bush.

 

Em 24 de setembro, Obama presidiu uma reunião histórica do Conselho de Segurança da ONU, em que foi aprovada uma resolução pró-desarmamento nuclear. Ele tenta a via diplomática para resolver as questões nucleares do Irã e da Coreia do Norte, incluídos por Bush no chamado “eixo do mal”.

              Primeiro afro-americano a assumir a presidência dos EUA, Obama irá receber um prêmio de dez milhões de coroas suecas, o equivalente a U$ 1,4 milhão (R$ 2,433 milhão). O prêmio será entregue em Oslo no próximo 10 de dezembro.

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Thorbjorn Jagland, presidente do comitê do Nobel, anuncia Barack Obama como o laureado nesta sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega. (Foto: AP)

Obama é o terceiro político de alto escalão do Partido Democrata dos EUA a vencer o prêmio nesta década. Antes dele, ganharam o ex-presidente Jimmy Carter, em 2002, e o ex-vice-presidente Al Gore, em 2007.

Veja a lista completa dos laureados pelo Nobel da Paz

Prêmio começou a ser atribuído em 1901.
Veja a relação completa dos ganhadores desde então.

O presidente dos EUA, Barack Obama, foi laureado nesta sexta-feira (9) com o Prêmio Nobel da Paz de 2009 pelo seu trabalho pela paz mundial e pelo desarmamento nuclear.

 

Leia a seguir a lista de todos os ganhadores do Prêmio Nobel da Paz:

 

0,,26354450-EX,00.jpg2009: presidente norte-americano em exercício, Barack Obama

 

2008: mediador e ex-presidente Martti Ahtisaari (Finlândia)

2007: ex-vice-presidente Al Gore (Estados Unidos) e o painel da ONU sobre a mudança climática (Painel Intergovernamental para Mudança Climática, IPCC)

2006: Muhammad Yunus (Bangladesh) e o Banco Grameen de microcréditos

2005: Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e seu diretor Mohamed ElBaradei (Egito)

2004: ecologista queniana Wangari Maathai

2003: ativista iraniana Shirin Ebadi

2002: ex-presidente americano Jimmy Carter

2001: A Organização das Nações Unidas (ONU) e seu então secretário-geral, Kofi Annan (Gana).

2000: Kim Dae Jung (Coreia do Sul)

1999: Médicos sem fronteiras (fundada na França)

1998: John Humes e David Trimble (Irlanda do Norte)

1997: Campanha internacional para a proibição das minas antipessoais e sua coordenadora Judy Williams (Estados Unidos)

1996: Carlos Belo e José Ramos-Horta (Timor Leste)

1995: Movimento antinuclear Pugwash (fundado no Canadá) e Joseph Rotblat (Reino Unido)

1994: Yitzhak Rabin, Shimon Peres (Israel) e Yasser Arafat (OLP)

1993: Nelson Mandela e Frederik de Klerk (África do Sul)

1992: Rigoberta Menchú (Guatemala)

1991: Aung San Suu Kyi (Birmânia)

1990: Mikhail Gorbachov (ex-URSS)

1989: Dalai Lama (Tibete)

1988: Forças de manutenção da paz das Nações Unidas

1987: Oscar Arias Sánchez (Costa Rica)

1986: Elie Wiesel (EUA)

1985: International de Médicos contra a Guerra Nuclear (fundada nos EUA)

1984: Desmond Tutu (África do Sul)

1983: Lech Walesa (Polônia)

1982: Alva Myrdal (Suécia) e Alfonso García Robles (México)

1981: Alto Comissarado das Nações para os Refugiados (ACNUR)

1980: Adolfo Pérez Esquivel (Argentina)

1979: Madre Teresa (Albânia/Índia)

1978: Anuar el Sadat (Egito) e Menahem Begin (Israel)

1977: Anistia Internacional (fundada no Reino Unido)

1976: Betty Williams e Mairead Corrigan (Irlanda do Norte)

1975: Andrei Sakharov (ex-URSS)

1974: Sean Mac Bride (Irlanda) e Eisaku Sato (Japão)

1973: Henry Kissinger (EUA) e Le Duc Tho (Vietnã), que o rejeitou.

1972: (Não houve premiação)

1971: Willy Brandt (RFA)

1970: Norman Borlaug (EUA)

1969: Organização Internacional do Trabalho (OIT)

1968: René Cassin (França)

1967: (Não houve premiação)

1966: (Não houve premiação)

1965: Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)

1964: Martin Luther King Jr. (EUA)

1963: Comitê Internacional da Cruz Vermelha e Liga das Sociedades da Cruz Vermelha.

1962: Linus Carl Pauling (EUA)

1961: Dag Hammarskjoeld (Suécia)

1960: Albert Lutuli (África do Sul)

1959: Philip Noel-Baker (Reino Unido)

1958: Georges Pire (Bélgica)

1957: Lester Pearson (Canadá)

1956: (Não houve premiação)

1955: (Não houve premiação)

1954: Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR)

1953: George Marshall (EUA)

1952: Albert Schweitzer (França)

1951: Léon Jouhaux (França)

1950: Ralph Bunche (EUA)

1949: John Boyd Orr of Brechin (Reino Unido)

1948: (Não houve premiação)

1947: The Friends Service Council (fundado na Grã-Bretanha), The American Friends Service Committee (fundado nos EUA)

1946: Emily Greene Balch e John Raleigh Mott (EUA)

1945: Cordell Hull (EUA)

1944: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

1943: (Não houve premiação)

1942: (Não houve premiação)

1941: (Não houve premiação)

1940: (Não houve premiação)

1939: (Não houve premiação)

1938: Departamento Internacional Nansen para os Refugiados

1937: Cecil of Chelwood (Reino Unido)

1936: Carlos Saavedra Lamas (Argentina)

1935: Carl von Ossietzky (Alemanha)

1934: Arthur Henderson (Reino Unido)

1933: Norman Angell (Ralph Lane) (Reino Unido)

1932: (Não houve premiação)

1931: Jane Addams e Nicholas Murray Butler (EUA)

1930: Nathan Soederblom (Suécia)

1929: Frank Billings Kellogg (EUA)

1928: (Não houve premiação)

1927: Ferdinand Buisson (França) e Ludwig Quidde (Alemanha)

1926: Aristide Briand (França) e Gustav Stresemann (Alemanha)

1925: Austen Chamberlain (Reino Unido) e Charles Gates Dawes (EUA)

1924: (Não houve premiação)

1923: (Não houve premiação)

1922: Fridtjof Nansen (Noruega)

1921: Karl Hjalmar Branting (Suécia) e Christian Louis Lange (Noruega)

1920: Leon Victor Auguste Bourgeois (França)

1919: Thomas Woodrow Wilson (EUA)

1918: (Não houve premiação)

1917: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

1916: (Não houve premiação)

1915: (Não houve premiação)

1914: (Não houve premiação)

1913: Henri La Fontaine (Bélgica)

1912: Elihu Root (EUA)

1911: Tobias Michael Carel Asser (Holanda) e Alfred Hermann Fried (Áustria)

1910: Oficina Internacional Permanente da Paz

1909: Auguste Marie François Beernaert (Bélgica) e Paul Henri Benjamin Balluat (França)

1908: Klas Pontus Arnoldson (Suécia) e Fredrik Bajer (Dinamarca)

1907: Ernesto Teodoro Moneta (Itália) e Louis Renault (França)

1906: Theodore Roosevelt (EUA)

1905: Bertha Sophie Felicita von Suttner (Áustria)

1904: Instituto de Direito Internacional

1903: William Randal Cremer (Reino Unido)

1902: Elie Ducommun e Charles-Albert Gobat (Suíça)

1901: Jean Henri Dunant (Suíça) e Fréderic Passy (França)

   Fonte de Materia : http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1335214-5602,00-OBAMA+E+O+NOBEL+DA+PAZ+DE.html

                                

set 24, 2009 - Senza categoria    No Comments

ONU aprova resolução pró-desarmamento nuclear

Conselho de Segurança da ONU aprova resolução pró-desarmamento nuclear

Próximos meses serão ‘cruciais’ para a não-proliferação, diz Obama.
Ele é o primeiro norte-americano a presidir uma cúpula do conselho
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O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quinta-feira (24), por unanimidade, uma resolução apelando pela não-proliferação nuclear.

A resolução foi proposta pelos Estados Unidos, que atualmente presidem o conselho. A sessão é conduzida pelo presidente dos EUA, Barack Obama, que disse que os próximos meses serão “cruciais” para os esforços de não-proliferação.

 A resolução 1887, redigida pelos Estados Unidos, pede aos Estados membros do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), de 1970, que respeitem suas obrigações, e que os demais se somem a ele como países sem armas atômicas, para torná-lo universal.

“Convoquei esta cúpula para que possamos tratar no nível mais alto de uma ameaça fundamental à segurança de todos os povos e todas as nações — a disseminação e o uso de armas nucleares”, disse Obama ao conselho.

“Esta própria instituição foi fundada na aurora da era atômica, em parte porque a capacidade humana de matar precisava ser contida, e, embora tenhamos evitado um pesadelo nuclear durante a Guerra Fria, agora enfrentamos proliferação de âmbito e complexidade tamanhas que requerem novas estratégias e novas abordagens.” 

 
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  Mudança à vista

Diplomatas e analistas disseram que a decisão dos EUA de organizar a cúpula assinala uma mudança acentuada na política de desarmamento, promovida pela administração Obama. O predecessor de Obama, George W. Bush, desagradou a muitos signatários do TNP por ignorar os compromissos de desarmamento assumidos por governos americanos anteriores.

A resolução também exortou “outros Estados” não signatários do TNP a unir-se aos esforços de desarmamento para livrar o mundo das bombas atômicas.

Esses Estados, não citados por nome na resolução, são o Paquistão e a Índia, que não assinaram o TNP mas sabidamente possuem arsenais atômicos, e Israel, que não confirma nem nega possuir armas nucleares, mas acredita-se que possua um arsenal considerável de ogivas.

A Coreia do Norte abandonou o TNP em 2003 e testou seu primeiro artefato nuclear em 2006 e outro este ano.

A resolução também pede que os países membros da ONU ratifiquem um tratado que proíbe a realização de testes nucleares e manifesta apoio às negociações sobre a proibição da produção de materiais físseis para ogivas.

A resolução reafirma o compromisso do Conselho de Segurança de “buscar um mundo mais seguro para todos e criar condições para um mundo sem armas nucleares”.

O documento pede que sejam ampliados os esforços para impedir a proliferação de armas nucleares, promover o desarmamento e reduzir o risco de “terrorismo nuclear”.

A reunião no Conselho de Segurança ocorre um dia depois do discurso de estreia do presidente americano na Assembleia Geral da ONU, em que ele citou a necessidade de impedir a proliferação de armas nucleares como um dos quatro principais desafios enfrentados pelo mundo atualmente.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090924_nuclearonuobama_ac.shtml

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1316548-5602,00-CONSELHO+DE+SEGURANCA+DA+ONU+APROVA+RESOLUCAO+PRODESARMAMENTO+NUCLEAR.html

( Jeremias 10:23 leia em sua Biblia )

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