Set 24, 2008 - Senza categoria    2 Comments

A Grande Jogada!!! Uma Liçao de Vida!!!

Introdução

2050544886.gif Regra número 1

1. …Gostar de si mesmo

    Você é uma pessoa muito “amarrada”.

    Isto mesmo! Por mais livre que você se considere, é alguém “amarrado” por normas impostas por seus pais, por sua escola e por seus amigos. Essas normas são importantes e, algumas delas, necessárias para a vida em grupo.

    Mas, a maior parte das pessoas escraviza-se a essas regras e faz delas uma coleira que a deixa presa, impossibilitada de ser ela mesma.

    Pense grande, pense alto. Tenha bom senso para examinar cada uma das normas e descobri-las como um caminho, e não como uma coleira. Um caminho que permite a você percorrê-lo livremente, como quiser.

    Sem sair necessariamente do caminho, você pode ser você mesmo. Sinta-se livre e grande nessa caminhada, sem escravidão e sem amarras.

Liberte-se de suas amarras. Valorize-se e descubra que você vale tanto quanto imagina valer.

Regra número 2

    Você sabe usar seu cérebro?

    É claro que não! Não somente você, mas a maior parte das pessoas que vivem no Ocidente usam apenas uma pequena parte de seu cérebro. É mais ou menos como usar um carro de fórmula 1 e não passar dos 20 km por hora.

    Existem várias regras que ensinam como usar bem um aparelho. Só que esse aparelho fantástico que é nosso cérebro não vem com manual de instruções. E, por isso, muita gente usa-o apenas em parte.
Para que você aprenda a aprender, uma regra importante é saber usar seu cérebro de maneira diferente.

    Um dos primeiros princípios desse uso “diferente” de nosso cérebro é descobrir que somos muitos, mas muito mais fortes do que pensamos.

    Nada é difícil para quem põe uma idéia na cabeça e resolve fazer dela sua meta.

    Seu bisavô, provavelmente, já dizia:

    – Quem quer pode. E a ciência provou que é verdade. Pode mesmo. Imagine-se sendo uma ótima pessoa, alguém bem “legal”. Alguém que resolveu ser bem-sucedido em sua casa e em sua escola. Se você quiser ser assim, será.

Sua força de vontade é cem vezes maior que a força de seus músculos.

Regra número 3

    Você já viu irmãos gêmeos absolutamente iguais?

    Claro que não. Isso não existe.

    Duas pessoas podem apresentar muitas semelhanças, mas, é claro, pensam de maneia diferente e num gosto ou outro sempre irão se divergir.

    Não existem em todo o mundo duas pessoas absolutamente iguais.

    Se a polpa de nossos dedos, esse pedacinho de nosso corpo, é de tal forma ímpar que identifica, através da impressão digital, um indivíduo em meio a bilhões de outros, imagine a diferença que existe entre alguém inteiro, como você, e todos os demais.

    Você é incomparável, não existe cópia sua. Nunca existiu e jamais existirá sequer uma pessoa com todas as suas características.

    Procure, então, valorizar essa individualidade. Não fique se comparando com este ou aquele e não permita que as pessoas tentem ver em você alguém que não é.

    Descubra e curta o secreto orgulho de ser incomparável. Aprenda a gostar de ser essa peça incomum que você é.

Acredite que você é único.

Regra número 4

    Quanto tempo você leva para aprender o conteúdo de uma página de livro didático?

    Depende – responderá você. Depende do livro, da disciplina, da maneira como ela é explicada, etc., etc., etc.

    Sua resposta não está errada, mas também não está inteiramente certa.

    É claro que o tempo que você leva para aprender depende do objeto (conteúdo, conceitos, temas, assuntos). Mas depende mais, muito mais, de você mesmo.

    É possível aprendermos em meia hora algo que antes aprendíamos em cinco horas. Isso “quando” aprendíamos.

    As regras que este livro apresenta vão mostrar como isso é possível. Mas elas não surtirão efeito se você não colocar em sua cabeça um primeiro princípio que vai ajudá-lo a aprender e, ao mesmo tempo, a gostar de você mesmo.

    Tal princípio, é bom lembrar, não é fácil de ser seguido, ainda que pareça muito fácil.

    Será necessário que você se cobre muitas vezes e não desanime. Procure sempre

Estar aberto a novas idéias.

Regra número 5

    Quase todo dia, antes de ir à escola, você enfrenta uma chuva. Lá chegando, uma outra tempestade cai sobre você.

    Não estamos falando da chuva líquida, mas da verdadeira “chuvarada” de nãos que você enfrenta: “Não esqueça o lanche”, “Não demore com a porta da geladeira aberta”, “Não invente briga”… e chegando à sala de aula: “Não converse”, “Não demore”… e a tempestade continua.

    É lógico que vivendo no meio de tantos “nãos” acabamos escolhendo essa palavrinha perversa para fazer dela a base de nossa conversa com amigos, conhecidos e até mesmo com pessoas que encontramos esporadicamente.

    É claro que não podemos tirar o não do nosso dicionário. Uma das mais fortes alavancas de nossa personalidades é saber dizer não. É jamais apresentar vergonha ou medo de recusar o que não queremos.

    A força do caráter se define nos que têm sempre a coragem de dizer não, o problema é que, quase sempre, exageramos e acabamos nos tornando alguém que não diz outra coisa; e o que é muito pior: alguém que vê a vida pelas cores cinzentas da negação.

    Equilibre o sim com o não. O não é tão importante que precisa ser guardado para momentos verdadeiramente essenciais.

    Descubra a beleza das coisas belas.

Elogie sempre, com muita sinceridade !!!

2. … Ser respeitado em sua casa e na escola

Regra número 1

    O que é ser feliz?

    – Ser feliz é poder fazer tudo aquilo que a gente gosta. Provavelmente deve ter sido mais ou menos esta a sua resposta. Foi ou não?

    Caso tenha sido, você colocou as palavras certas em uma ordem errada. E por esse motivo, provavelmente, vai ter muita dificuldade para descobrir a felicidade.

    Experimente pensar bem nesta resposta.

    Ser feliz é gostar daquilo que se tem a fazer.

    Se você olhar bem as duas respostas, perceberá que existe entre elas uma diferença mais que importante, uma diferença essencial: a felicidade não vem de um instante mágico de uma sorte colossal, mas do dia-a-dia, das pequenas coisas que representam nosso desafio, nossas tarefas.

    Para ser respeitado em sua casa e em sua escola você precisa gostar muito de si mesmo, das coisas que o cercam, das tarefas que precisa cumprir. Essa é, realmente, uma grande jogada.

    Aprenda a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que o cercam. Em pouco tempo descobrirá que a vida é muito boa e que você é uma pessoa querida por todos.

    Não é difícil experimentar.

Gostar muito, mas bastante mesmo, de você e das coisas que precisa fazer todos os dias.

Regra número 2

    Você sabe o que é um projeto?

    Projeto é a mesma coisa que meta, plano. Fazer um projeto é, em verdade, traçar um caminho, relacionar as intenções.

    Uma coisa importante que o ajudará muito em casa e na escola, com seus amigos e principalmente consigo mesmo, é ter sempre um projeto a cumprir.

    Experimente, por exemplo, fazer um projeto para uma semana. Escreva-o numa folha e a leve sempre consigo – o que você pretende realizar naquela semana. Marque suas intenções, quantas horas você vai se dedicar a esta ou aquela disciplina em seu estudo, que tarefas acha que pode cumprir, que intenções pretende pôr em prática. Até mesmo um regime alimentar, caso você resolva ou necessite fazê-lo, precisa estar marcado, definido onde quer chegar.

    Durante a semana emprenhe-se em alcançar suas metas, mas jamais desanime se não alcançou todas. Vencida a semana, faça novo projeto. Acostume-se a se enxergar como uma pessoa que não se deixa levar apenas pelo improviso, mas como um caminhante que sabe como quer ir e aonde quer chegar.

    No início essa tarefa não é muito fácil e a tendência é abandonar o projeto antes mesmo de a semana chegar ao fim. Você não deve desanimar, e habituando-se à preparação de seus projetos, além dos semanais, pode ainda ir fazendo outros quinzenais e até mesmo mensais. Se você conseguir, vai se habituar a eles e terá muito mais êxito em suas realizações e em seu estudo. Não se esqueça.

Tenha sempre um projeto ao alcance de sua mãos.

Regra número 3

    Experimente se achegar a um amigo ou amiga e comentar uma dor qualquer que você tenha, um probleminha familiar ou até mesmo um sonho diferente. Será que esse amigo ou amiga irá ouvir atentamente sua história ou – o mais provável – se aproveitará dela para falar de uma dor que está sentindo ou sentiu, ou revelar problemas familiares parecidos ou contar um sonho que teve?

    Não existe uma resposta única para essa questão, mas, na maior parte dos casos, sua história ficará para um segundo plano e representará somente um assunto a mais para que os outros falem de seus problemas particulares.

    As pessoas são, geralmente, assim mesmo. Preocupam-se demais com o “seu” mundo e tendem a se importar pouco com o mundo dos “outros”. Mesmo que esses outros sejam seus amigos.

    Diante desse fato o importante é não lamentar o “egocentrismo” (eu sou o cento) dos que nos cercam, até mesmo porque se nos enxergarmos bem veremos que também somos muito egocêntricos. É por esse motivo que devemos ser muito econômicos em nossas queixas, lamentações e choradeiras.

    Isso não quer dizer que nossa saída é ficar absolutamente fechados em torno das próprias mágoas, mas selecioná-las e também os amigos a quem devemos confiá-las.

    Ninguém aprecia quem, a toda hora e por qualquer motivo, vive se lamentando, como se a vida fosse um peso imenso a carregar.

Reclame quando necessário, mas não faça da reclamação uma necessidade.

Regra número 4

    Certa vez um rapaz estabeleceu como meta que deveria passar em certo vestibular e ingressar na faculdade que desejava. Para alcançar tal meta estudou com muita empolgação, dedicou-se ao máximo, e por algum tempo deixou de ir ao cinema, que adorava, e até mesmo deixou de sair com seus amigos. Era estudo e somente estudo.

    Alcançou sua meta? Não. Não a alcançou. Foi reprovado ainda na primeira fase. Ao saber do resultado, arrasado e destruído, retirou-se para uma praça isolada e distante e, olhando para as nuvens que cobriam o céu, curtiu toda raiva do mundo por sua frustração e sua mágoa. Quando anoiteceu se lembrou de uma das lições que preparara e que afirmava existir bilhões de estrelas no céu. Só que naquele céu que contemplava, assim como no céu de sua vida naquele instante, não havia estrelas.

    Mas, pensando um pouco mais, lembrou-se que no céu, é claro, havia muitas estrelas, bilhões delas. Não eram vistas apenas porque uma nuvem passageira as cobria. Refletindo melhor achou que a raiva que sentia e o fracasso no vestibular eram apenas uma nuvem; cobria o céu de suas esperanças, mas seria passageira, incapaz de cobrir para sempre sua meta, que era uma estrela brilhante.

    Levantou-se do banco e, confiante, resolveu novamente tentar o vestibular. Por mais um ano iria traçar sua rota e buscar a meta; aprendeu que as estrelas podem ficar escondidas, mas sempre brilham para os que resolvem acreditar ser possível buscá-las. Inventou até uma frase para sua nova meta: “Se desejas uma estrela e acreditas poder apanhá-la, apanhe-a”.

    No segundo ano, entrou para a faculdade.

Nunca desanime. Ainda existem estrelas no céu.

Regra número 5

    Uma das maiores qualidades humanas é a prestatividade. Um dos mais graves defeitos é a bajulação, o puxa-saquismo. Mas repare que esta qualidade está, quase sempre, lado a lado com este defeito.

    Uma diferença bem pequena separa os dois. A pessoas prestativa é aquela que está sempre pronta para ouvir, cooperar, ajudar, dividir a dificuldade do companheiro. O bajulador, ao contrário, não busca a alegria da cooperação, da ajuda; visa somente chamar a atenção para sua pessoa, se acovardando na ajuda, se humilhando na vontade de agradar.

    Você sabe o que significa a palavra “companheiro”? Vem de pessoas que antigamente “dividiam o pão com os amigos”. Ser, hoje em dia, um companheiro não é muito diferente. É ser alguém que divide o trabalho, ajuda o amigo, compartilha doas dificuldades daqueles que o cercam.

    Não tenham medo do trabalho, não se entregue à preguiça. Percebendo que alguém precisa de ajuda, arregace as mangas e procure ajudar. Ofereça-se para “dividir o pão”, mesmo que as pessoas não sejam ou não estejam entre seus amigos de primeira linha. Ao perceberem a ajuda alegre, espontânea, feliz, sentir-se-ão companheiros. Assim, para ser bem aceito em sua casa e em sua escola, mude de atitude, mande para longe a preguiça e, sem bajulação, coopere.

Acostume-se a dividir o pão.

3. … Aprender a pensar e ser criativo

Regra número 1

    Você sabe que existe um ensinamento que já foi divulgado há mais de dois mil anos, está presente em todas as religiões do mundo, e mesmo assim quase ninguém pratica?

    Pois é. Por incrível que pareça, se tal ensinamento fosse seguido por todos os seres humanos, a maior parte dos problemas da terra seria resolvida e melhoraria em muito a qualidade de vida das pessoas. E não é difícil imaginar o ensinamento que estamos nos referindo. É o já gasto, desgastado, sempre repetido e nunca seguido: Não faça a ninguém aquilo que não deseja que façam a você.

    Este ensinamento, ligeiramente modificado, tem grande valor a todos aqueles que desejam mudar seu jeito de ser e realmente aprender a aprender. Na verdade, uma outra maneira de se formular este pensamento é aceitar que não somos perfeitos e que aceitando as falhas de outras pessoas compreendemos melhor as nossas. Desta maneira, não vamos fazer aos outros aquilo que não queremos que nos seja feito.

    Transforme, assim, este velho ensinamento em uma nova regra: Não tenha medo de errar, aceite suas falhas. Faça de seu erro um ponto de apoio para um novo pensamento, uma idéia original. Só não erra quem não tenta.

Fortaleça sua coragem para arriscar. Corra o risco do erro e aprenda com ele.

Regra número 2

    É provável que você já tenha ouvido dizer que utilizamos apenas uma pequena parte de nosso cérebro. Se mesmo assim conseguimos fazer bastante, imagine o que faríamos se utilizássemos melhor o nosso cérebro!

    Isso parece difícil, mas exige apenas um pouco de treino.

    Tudo quanto sabemos nos chega por informações e demonstramos esses conhecimentos através de nossa comunicação com pessoas que nos cercam. É, portanto, necessário que ensinemos nosso cérebro a funcionar melhor, aperfeiçoando nossa recepção de informações e nossa capacidade de comunicação.

    E como isso é possível?

    Treinando nossa capacidade de visão para enxergar detalhes, nossa audição para ouvir tudo e distinguir os sons e as distâncias que os separam, nosso olfato para selecionar odores, nosso paladar para diferenciar ainda que pequeninos gostos das coisas, e nossa sinestesia para arrancar do ambiente a pressão, a temperatura, a alegria, a tristeza e outras sensações.

    Você já pensou no incrível potencial que a natureza colocou a seu dispor e que você jamais usa inteiramente? Pois é, esse uso não custa nada e nem exige sacrifícios imensos.

    É necessário apenas acreditar e começar a treinar.

    Garanto que você vai ficar surpreso com os resultados.

Use sempre, para receber e passar informações, todos os seus sentidos.

Regra número 3

    Você sabia que seu cérebro possui dois lados, dois hemisférios, e que ambos trabalham de maneira diferente? Sabia que o ideal é os dois trabalharem sempre em equilíbrio, e isso raramente ocorre? Sabia que quando ajudamos o lado menos desenvolvido do cérebro aprendemos com maior facilidade e nos tornamos mais criativos?

    Pois tudo isso é verdade. As pessoas que trabalham mais o hemisfério esquerdo do cérebro são mais meticulosas, detalhistas, disciplinadas, muitas vezes fechadas em si mesmas. Aprendem matemática com facilidade, pensam com muita lógica, mas são pouco românticas e bastante desconfiadas.

    As que trabalham mais o hemisfério direito geralmente são mais sensíveis, pouco ciumentas, extremamente criativas, abertas a novas idéias e amantes de aventuras, mesmo que sempre as façam em sonhos. Na escola geralmente se dão bem em ciências humanas e artes, não porque decoram, mas porque compreendem a essência dos fatos. Não têm qualquer dificuldade para se colocar “no lugar do outro”, ainda que vivendo em outra época ou lugar.

    Sinta qual o seu hemisfério cerebral dominante. Cultive-o com carinho, mas treine bastante o outro. Não caia na tolice de achar que “pau que nasce torto, morre torto”. Procure sempre ser o que não é, somando ao que já é. Enfim, treine seu hemisfério cerebral mais preguiçoso.

    Seguindo as muitas regras deste livro você estará se treinando mesmo sem perceber. Veja o mundo com outros olhos.

A beleza não está apenas na cor dos olhos, mas também no jeito de olhar.

Regra número 4

    Um dia certo professor fez um ponto na lousa e perguntou ao alunos do 2º grau, o que era aquilo. A única resposta foi esta: – É uma marca de giz. Quando fez o mesmo sinal numa sala de aula de alunos do 1º grau obteve, além daquela resposta, muitas outras diferentes: uma estrela, um olho de animal, uma ponta de charuto, o todo de um poste, uma pedra, etc., etc., etc.

    Os alunos do 2º grau sabiam muitas coisas, mas estavam com a imaginação emperrada; os do 1º grau com a imaginação e criatividade “a mil por hora”.

    Não é à toa que Bernard Shaw afirmou certa vez que sua “educação jamais foi interrompida… salvo quando assistiu aulas”. É verdade. Muitas vezes a preocupação excessiva para nos ensinar “conteúdos e conceitos” acaba-nos “enferrujando” a imaginação.

    O remédio, então, é soltá-la.

    Mas, como isso pode ser feito?

    Existem muitas maneiras. Uma delas é sempre buscar muitas respostas certas para a mesma pergunta. Brinque de buscar respostas diferentes. Quer ver? – O que é mar? Pobre de você se achou somente uma resposta. Pode ter certeza: quatro respostas para esta pergunta ainda é pouco.

Cultive sua imaginação em todos os momentos.

Regra número 5

    Uma boa idéia, daquelas que ninguém parece ter, pode aparecer em nossa cabeça em dois momentos: fase da germinação e do florescimento.

    Como o próprio nome está dizendo, na fase da germinação a idéia começa a brotar; na Segunda, ela se desenvolve e é necessário colhê-la.

    Na primeira fase é necessário a gente ser mais criança: fantasiar, sonhar, pensar absurdos, imaginar coisas ridículas e engraçadas…

    Cultive, sempre que puder, essa primeira fase.

    O importante é você não abandonar tais idéias, mas levá-las cuidadosamente para a segunda fase.

    Já nesta fase é necessário colocar limites nas idéias, avaliá-las, prever riscos, pensar qual sua validade e tentar, de muitas maneiras, transformá-las em uma frase, um projeto, uma ação.

    A chave da aprendizagem de um conceito é sempre relacionar idéias soltas e, analisando-as, dar às mesmas um caminho concreto. É isso que você necessita fazer com seu pensamento: criar absurdos e, na segunda fase, torná-los coerentes: passar do confuso, imaginativo, para o lógico, o prático.

Procure semelhanças em coisa aparentemente diferentes.

A Grande Jogada!!! Uma Liçao de Vida!!!ultima modifica: 2008-09-24T06:02:00+00:00da wilitalia
Reposta per primo quest’articolo

2 Commenti

Lascia un commento