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Mag 16, 2014 - Senza categoria    No Comments

Rino Gaetano ” Ma il cielo è sempre piu blu ” completo.

Ma il cielo è sempre più blu uh uh, uh uh,
il cielo è sempre più blu uh uh, uh uh, uh uh..
Ma il cielo è sempre più blu

Chi vive col padre,
chi fa la rapina,
chi sposa la Gina,
chi ha rotto con tutti, eh eh
chi vince a Merano,
chi cerca il petrolio,
chi dipinge ad olio,
chi chiede un lavoro

Chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi fuma il toscano,
chi vive cent’anni
chi ha seguito una strada,
chi ha fatto carriera
chi perde la calma,
chi non sembra più lui
chi lamenta un dolore,
chi chiede un lavoro
chi torna sui passi,
chi ha visto Onassis
chi ha preso il diretto,
chi canta in falsetto
na na na na na na na, na na

Ma il cielo è sempre più blu – le tue virtù
ma il cielo è sempre più blu – le tue virtù
– le tue virtù
Chi vive in baracca, – le tue virtù
chi suda il salario
chi ama l’amore,
chi tira al bersaglio
chi sogna la gloria,
chi ha scarsa memoria,
chi gioca a Sanremo,
chi va sotto un treno

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi ama la zia,
chi va a Porta Pia
chi ciò che ha provato,
chi tutto sommato
chi sogna i milioni,
chi gioca d’azzardo
chi parte per Beirut ha in tasca un miliardo

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi è stato multato,
chi odia i terroni
chi canta Prévert,
chi copia Baglioni
chi fa il contadino,
chi ha fatto la spia
chi è morto d’invidia o di gelosia

Ma il cielo è sempre più blu
Ma il cielo è sempre più blu

chi legge la mano,
chi vende amuleti
chi scrive poesia,
chi tira le reti
chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi solo ogni tanto,
chi tutte le sere
chi mangia patate,
chi beve un bicchiere
chi solo ogni tanto,
chi tutte le sere
chi mangia una volta,
chi vuole l’aumento
chi cambia la barca felice e contento
chi ama la zia,
chi va a Porta Pia
chi come ha provato,
chi tutto sommato
chi sogna i milioni,
chi gioca d’azzardo
chi parte per Beirut ha in tasca un miliardo
chi è stato multato,
chi odia i terroni
chi canta Prévert,
chi copia Baglioni
chi fa il contadino,
chi ha fatto la spia
chi è morto d’invidia o di gelosia
chi viev in baracca
chi legge la mano

chi nasconde la mano.

Apr 20, 2012 - Senza categoria    No Comments

-*~-Itália Nostra- ~*-


Feb 11, 2011 - Senza categoria    No Comments

Hosni Mubarak perde o poder sobre o Egito depois de 30 anos de Dominio.

mubarak_historicas.jpg

O Egito passa, neste começo de 2011, por uma mudança política desencadeada por revolta popular. Nesta sexta-feira (11), a renúncia do presidente Hosni Mubarak foi anunciada pelo vice-presidente do país, Omar Suleiman. Mubarak estava há 30 anos no poder.

A decisão ocorre após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos. O movimento popular  tem inspiração no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, cujo governo se prolongava havia 23 anos. Além do Egito, os levantes no mundo árabe inspirados no exemplo da Tunísia se espalharam por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Sudão e Omã.

Aos 82 anos, Mubarak já havia apresentado alguns problemas de saúde e, depois da pressão popular, admitiu que não seria candidato a um sexto mandato na eleição presidencial. A eleição está prevista para setembro deste ano.

Analistas acreditavam que ele iria tentar emplacar seu filho, Gamal Mubarak, como sucessor no comando do Partido Nacional Democrático (PND), o maior do país. Entretanto, Gamal e outras lideranças deixaram o partido no sábado (5). Nesta sexta, o secretário-geral do partido, Hossam Badrawi, renunciou ao cargo dizendo que o país em crise “precisa de novos partidos”.

Um dia antes da renúncia, Mubarak fez discurso na TV e afirmou que pretendia continuar no governo até setembro, à frente da transição de poder. Ele também disse que iria transferir poderes ao seu vice, Omar Suleiman.

Partido
O partido domina o Parlamento e esteve todos estes anos a serviço do ex-presidente, que também comandava as Forças Armadas. Mas a estabilidade deste ex-militar da Aeronáutica, principal aliado do Ocidente entre os países árabes, se viu ameaçada pela primeira vez.

No final de janeiro, a oposição no Egito se uniu pela primeira vez para integrar os protestos iniciados em 25 de janeiro. Principal força oposicionista, a Irmandade Muçulmana, que tinha deixado aos seus membros a possibilidade de participar dos protestos, anunciou seu apoio oficial dias depois.

O posicionamento da Irmandade Muçulmana, organização da qual se originou a facção palestina Hamas, representou um novo desafio ao governo de Mubarak.

Somou-se a isto o retorno ao país do Nobel da Paz e ex-presidente da Agência Internacional de Energia Atômica, ligada à ONU, Mohamed ElBaradei. Ele, que conta com a simpatia do Ocidente, expressou sua disposição de assumir um eventual governo de transição e não descartou concorrer nas eleições de setembro.

O presidente dos EUA, Barack Obama, que tem no Egito o principal aliado no mundo árabe, também pressionou pela saída imediata de Mubarak. Líderes da União Europeia se juntaram aos apelos pela renúncia.

Até mesmo aliados de Mubarak, como o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembleia, Mostapha al Fekki, também membro do Partido Nacional Democrata, pediram ao presidente egípcio “reformas sem precedentes” para evitar uma revolução no Egito.

Pressão
Pressionado, Mubarak anunciou que não iria disputar a reeleição, nem mesmo tentar lançar o filho como sucessor. O
governo também anunciou concessões, como um aumento de 15% nos salários do funcionalismo e nas aposentadorias.

Pela primeira vez em 30 anos de regime, Mubarak nomeu um vice-presidente, Omar Suleiman, que assumiu o comando das negociações com a oposição, e novos ministros. Em sua primeira reunião, o novo gabinete ministerial prometeu investigar casos de fraude eleitoral e corrupção no serviço público.

As medidas, no entanto, foram consideradas “vagas” pela oposição, que continou a reunir centenas de milhares de manifestantes na praça Tahrir, local que se tornou símbolo dos protestos antigoverno e palco das celebrações da abertura democrática.

Repressão
A dura repressão aos protestos no Egito provocou reações de diversos países. A ONU estima que mais de 300 pessoas tenham morrido e que milhares ficaram feridas desde o início das manifestações.

Houve intimidação e violência contra jornalistas, inclusive brasileiros. O uso de redes sociais para convocar as manifestações fez com que a internet e o sinal de algumas operadoras de telefonia celular fossem interrompidos – o governo negou intervenção.

Relação com os EUA
A proliferação de revoltas para países menores preocupa autoridades ocidentais pela fragilidade destes regimes. Outra preocupação do mundo Ocidental é com relação a Israel, já que, atualmente, só dois países da região têm tratados de paz com o país: Egito e Jordânia.

O número dois da diplomacia americana, James Steinberg, anunicou que os Estados Unidos trabalharão para assegurar que a violência desatada no Egito não crie “novos perigos para Israel ou a região”.

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País chave
O Egito, o mais populoso dos países árabes (80 milhões de habitantes), é importante aliado do Ocidente na região e administra o Canal de Suez, essencial para o abastecimento de petróleo dos países desenvolvidos.

Além disso, é um dos dois países árabes (o outro é a Jordânia) que assinou um tratado de paz con Israel. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, mencionou o fantasma de um regime ao estilo iraniano, caso, aproveitando o caos, “um movimento islamita organizado assuma o controle do Estado”.

Em Alexandria, segunda maior cidade do país, grupos pró e contra Mubarak entraram em confronto após o discurso, segundo imagens ao vivo mostradas pela rede Al Jazeera.

Também nesta terça, o rei da Jordânia -outro importante aliado dos EUA no mundo árabe- anunciou uma mudança no governo do país, também depois de protestos populares e de opositores.

Os protestos em Egito e Jordânia  -assim como Marrocos, Iêmen e Síria- foram inspirados pelo levante popular que derrubou o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, que caiu pela pressão popular após 23 anos no poder.

 fonte: www.g1.globo.com 

Ago 31, 2010 - Senza categoria    No Comments

Obama oficializa fim da missão de combate dos EUA no Iraque

Cinquenta mil soldados continuam em tarefas de apoio e treinamento.
Segundo presidente, agora o foco é economia.

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou oficialmente o fim da missão de combate americana no Iraque, em um discurso no Salão Oval da Casa Branca na noite desta terça-feira (31). Obama enfatizou que a principal missão do país neste momento é restaurar a economia e colocar os milhões de americanos que perderam o emprego para trabalhar. “É hora de virar a página”, disse o presidente, da mesma mesa em que George W. Bush anunciou o início da guerra, em 2003.

“Esta noite, anuncio que a missão de combate americana no Iraque acabou. A Operação Iraque Livre está finalizada, e os iraquianos agora têm responsabilidade por sua segurança e pela segurança de seu país. Essa era minha promessa quando fui candidato a este posto”, disse Obama.

O presidente enfatizou que os EUA pagaram um preço muito alto para colocar o futuro do Iraque na mão de seus cidadãos. “Mandamos nossos homens e mulheres para fazerem esse enorme sacrifício e gastamos enormes recursos em um momento de orçamento apertado dentro do país.”

Menos de 50 mil soldados americanos permanecem no Iraque, em tarefas de apoio e treinamento; Ao menos 100 mil deixaram o país, invadido em 2003 pelo ex-presidente George W. Bush, para capturar um arsenal de armas de destruição em massa que jamais foi encontrado.

O presidente destacou que os líderes do Iraque devem formar rapidamente um novo governo: “esta noite, encorajo os responsáveis iraquianos a avançar com urgência para formar um governo que seja representativo de todos os iraquianos”. “Quando o governo estiver formado, não haverá dúvidas, os iraquianos terão um parceiro forte: os Estados Unidos”, acrescentou.

Quase um trilhão de dólares foram gastos e mais de 4,4 mil soldados americanos e ao menos 100 mil civis morreram desde 2003. Uma pesquisa recente da rede CBS mostrou que 72% dos americanos acham que a guerra não compensou as perdas de vidas de americanos.

Obama disse que em agosto do ano que vem, a transição será no Afeganistão. Segundo ele, agora os EUA estão aptos a aplicar mais recursos no Afeganistão devido à mudança no Iraque, e que o ritmo da retirada norte-americana naquele país dependerá das condições em terra, mas começará na data prevista, em julho de 2011.

* Com informações da Reuters

fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/obama-oficializa-fim-da-missao-de-combate-dos-eua-no-iraque.html

Ott 9, 2009 - Senza categoria    No Comments

Obama é o Nobel da Paz de 2009

Obama é o Nobel da Paz de 2009

Presidente dos EUA levou o prêmio por seus esforços pela paz mundial.
Prêmio vai ser entregue em 10 de dezembro, em Oslo, na Noruega.

0,,26376350-EX,00.jpgO presidente dos EUA, Barack Obama, venceu o Prêmio Nobel da Paz na edição 2009. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega, pelo comitê do Nobel.

 

O prêmio foi dado por conta dos apelos do presidente pelo desarmamento nuclear e por seu trabalho pela paz mundial.

“O comitê deu muita importância à visão e aos esforços de Obama na perspectiva de um mundo sem armas nucleares”, disse o presidente do Comitê Nobel da Noruega, Thorbjoern Jagland. “Muito raramente uma pessoa com a influência de Obama capturou a atenção do mundo e deu às pessoas a esperança de um futuro melhor.”

O comitê também citou por os “esforços extraordinários” do democrata “para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.

 

Obama foi acordado de madrugada por um telefonema do porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, com a notícia da premiação. Ele se disse “honrado” com a escolha do comitê.

 0,,26201403-FMM,00.jpg                                                                                                                                       Agenda internacional ambiciosa 

   

Obama, que assumiu em 20 de janeiro deste ano, depois de um processo eleitoral histórico no ano anterior, chegou à Casa Branca com uma agenda internacional ambiciosa, além de enfrentar internamente os efeitos da crise financeira do ano anterior.

 

Ele trabalhou desde o começo de sua gestão pelo desarmamento nuclear, também tentou recomeçar, ainda que sem sucesso imediato, o processo de paz no Oriente Médio, além de buscar levar a um final honroso as intervenções militares no Afeganistão e no Iraque, iniciadas após o 11 de Setembro por seu antecessor, o republicano George W. Bush.

 

Em 24 de setembro, Obama presidiu uma reunião histórica do Conselho de Segurança da ONU, em que foi aprovada uma resolução pró-desarmamento nuclear. Ele tenta a via diplomática para resolver as questões nucleares do Irã e da Coreia do Norte, incluídos por Bush no chamado “eixo do mal”.

              Primeiro afro-americano a assumir a presidência dos EUA, Obama irá receber um prêmio de dez milhões de coroas suecas, o equivalente a U$ 1,4 milhão (R$ 2,433 milhão). O prêmio será entregue em Oslo no próximo 10 de dezembro.

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Thorbjorn Jagland, presidente do comitê do Nobel, anuncia Barack Obama como o laureado nesta sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega. (Foto: AP)

Obama é o terceiro político de alto escalão do Partido Democrata dos EUA a vencer o prêmio nesta década. Antes dele, ganharam o ex-presidente Jimmy Carter, em 2002, e o ex-vice-presidente Al Gore, em 2007.

Veja a lista completa dos laureados pelo Nobel da Paz

Prêmio começou a ser atribuído em 1901.
Veja a relação completa dos ganhadores desde então.

O presidente dos EUA, Barack Obama, foi laureado nesta sexta-feira (9) com o Prêmio Nobel da Paz de 2009 pelo seu trabalho pela paz mundial e pelo desarmamento nuclear.

 

Leia a seguir a lista de todos os ganhadores do Prêmio Nobel da Paz:

 

0,,26354450-EX,00.jpg2009: presidente norte-americano em exercício, Barack Obama

 

2008: mediador e ex-presidente Martti Ahtisaari (Finlândia)

2007: ex-vice-presidente Al Gore (Estados Unidos) e o painel da ONU sobre a mudança climática (Painel Intergovernamental para Mudança Climática, IPCC)

2006: Muhammad Yunus (Bangladesh) e o Banco Grameen de microcréditos

2005: Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e seu diretor Mohamed ElBaradei (Egito)

2004: ecologista queniana Wangari Maathai

2003: ativista iraniana Shirin Ebadi

2002: ex-presidente americano Jimmy Carter

2001: A Organização das Nações Unidas (ONU) e seu então secretário-geral, Kofi Annan (Gana).

2000: Kim Dae Jung (Coreia do Sul)

1999: Médicos sem fronteiras (fundada na França)

1998: John Humes e David Trimble (Irlanda do Norte)

1997: Campanha internacional para a proibição das minas antipessoais e sua coordenadora Judy Williams (Estados Unidos)

1996: Carlos Belo e José Ramos-Horta (Timor Leste)

1995: Movimento antinuclear Pugwash (fundado no Canadá) e Joseph Rotblat (Reino Unido)

1994: Yitzhak Rabin, Shimon Peres (Israel) e Yasser Arafat (OLP)

1993: Nelson Mandela e Frederik de Klerk (África do Sul)

1992: Rigoberta Menchú (Guatemala)

1991: Aung San Suu Kyi (Birmânia)

1990: Mikhail Gorbachov (ex-URSS)

1989: Dalai Lama (Tibete)

1988: Forças de manutenção da paz das Nações Unidas

1987: Oscar Arias Sánchez (Costa Rica)

1986: Elie Wiesel (EUA)

1985: International de Médicos contra a Guerra Nuclear (fundada nos EUA)

1984: Desmond Tutu (África do Sul)

1983: Lech Walesa (Polônia)

1982: Alva Myrdal (Suécia) e Alfonso García Robles (México)

1981: Alto Comissarado das Nações para os Refugiados (ACNUR)

1980: Adolfo Pérez Esquivel (Argentina)

1979: Madre Teresa (Albânia/Índia)

1978: Anuar el Sadat (Egito) e Menahem Begin (Israel)

1977: Anistia Internacional (fundada no Reino Unido)

1976: Betty Williams e Mairead Corrigan (Irlanda do Norte)

1975: Andrei Sakharov (ex-URSS)

1974: Sean Mac Bride (Irlanda) e Eisaku Sato (Japão)

1973: Henry Kissinger (EUA) e Le Duc Tho (Vietnã), que o rejeitou.

1972: (Não houve premiação)

1971: Willy Brandt (RFA)

1970: Norman Borlaug (EUA)

1969: Organização Internacional do Trabalho (OIT)

1968: René Cassin (França)

1967: (Não houve premiação)

1966: (Não houve premiação)

1965: Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)

1964: Martin Luther King Jr. (EUA)

1963: Comitê Internacional da Cruz Vermelha e Liga das Sociedades da Cruz Vermelha.

1962: Linus Carl Pauling (EUA)

1961: Dag Hammarskjoeld (Suécia)

1960: Albert Lutuli (África do Sul)

1959: Philip Noel-Baker (Reino Unido)

1958: Georges Pire (Bélgica)

1957: Lester Pearson (Canadá)

1956: (Não houve premiação)

1955: (Não houve premiação)

1954: Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR)

1953: George Marshall (EUA)

1952: Albert Schweitzer (França)

1951: Léon Jouhaux (França)

1950: Ralph Bunche (EUA)

1949: John Boyd Orr of Brechin (Reino Unido)

1948: (Não houve premiação)

1947: The Friends Service Council (fundado na Grã-Bretanha), The American Friends Service Committee (fundado nos EUA)

1946: Emily Greene Balch e John Raleigh Mott (EUA)

1945: Cordell Hull (EUA)

1944: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

1943: (Não houve premiação)

1942: (Não houve premiação)

1941: (Não houve premiação)

1940: (Não houve premiação)

1939: (Não houve premiação)

1938: Departamento Internacional Nansen para os Refugiados

1937: Cecil of Chelwood (Reino Unido)

1936: Carlos Saavedra Lamas (Argentina)

1935: Carl von Ossietzky (Alemanha)

1934: Arthur Henderson (Reino Unido)

1933: Norman Angell (Ralph Lane) (Reino Unido)

1932: (Não houve premiação)

1931: Jane Addams e Nicholas Murray Butler (EUA)

1930: Nathan Soederblom (Suécia)

1929: Frank Billings Kellogg (EUA)

1928: (Não houve premiação)

1927: Ferdinand Buisson (França) e Ludwig Quidde (Alemanha)

1926: Aristide Briand (França) e Gustav Stresemann (Alemanha)

1925: Austen Chamberlain (Reino Unido) e Charles Gates Dawes (EUA)

1924: (Não houve premiação)

1923: (Não houve premiação)

1922: Fridtjof Nansen (Noruega)

1921: Karl Hjalmar Branting (Suécia) e Christian Louis Lange (Noruega)

1920: Leon Victor Auguste Bourgeois (França)

1919: Thomas Woodrow Wilson (EUA)

1918: (Não houve premiação)

1917: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

1916: (Não houve premiação)

1915: (Não houve premiação)

1914: (Não houve premiação)

1913: Henri La Fontaine (Bélgica)

1912: Elihu Root (EUA)

1911: Tobias Michael Carel Asser (Holanda) e Alfred Hermann Fried (Áustria)

1910: Oficina Internacional Permanente da Paz

1909: Auguste Marie François Beernaert (Bélgica) e Paul Henri Benjamin Balluat (França)

1908: Klas Pontus Arnoldson (Suécia) e Fredrik Bajer (Dinamarca)

1907: Ernesto Teodoro Moneta (Itália) e Louis Renault (França)

1906: Theodore Roosevelt (EUA)

1905: Bertha Sophie Felicita von Suttner (Áustria)

1904: Instituto de Direito Internacional

1903: William Randal Cremer (Reino Unido)

1902: Elie Ducommun e Charles-Albert Gobat (Suíça)

1901: Jean Henri Dunant (Suíça) e Fréderic Passy (França)

   Fonte de Materia : http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1335214-5602,00-OBAMA+E+O+NOBEL+DA+PAZ+DE.html

                                

Set 24, 2009 - Senza categoria    No Comments

ONU aprova resolução pró-desarmamento nuclear

Conselho de Segurança da ONU aprova resolução pró-desarmamento nuclear

Próximos meses serão ‘cruciais’ para a não-proliferação, diz Obama.
Ele é o primeiro norte-americano a presidir uma cúpula do conselho
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O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quinta-feira (24), por unanimidade, uma resolução apelando pela não-proliferação nuclear.

A resolução foi proposta pelos Estados Unidos, que atualmente presidem o conselho. A sessão é conduzida pelo presidente dos EUA, Barack Obama, que disse que os próximos meses serão “cruciais” para os esforços de não-proliferação.

 A resolução 1887, redigida pelos Estados Unidos, pede aos Estados membros do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), de 1970, que respeitem suas obrigações, e que os demais se somem a ele como países sem armas atômicas, para torná-lo universal.

“Convoquei esta cúpula para que possamos tratar no nível mais alto de uma ameaça fundamental à segurança de todos os povos e todas as nações — a disseminação e o uso de armas nucleares”, disse Obama ao conselho.

“Esta própria instituição foi fundada na aurora da era atômica, em parte porque a capacidade humana de matar precisava ser contida, e, embora tenhamos evitado um pesadelo nuclear durante a Guerra Fria, agora enfrentamos proliferação de âmbito e complexidade tamanhas que requerem novas estratégias e novas abordagens.” 

 
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  Mudança à vista

Diplomatas e analistas disseram que a decisão dos EUA de organizar a cúpula assinala uma mudança acentuada na política de desarmamento, promovida pela administração Obama. O predecessor de Obama, George W. Bush, desagradou a muitos signatários do TNP por ignorar os compromissos de desarmamento assumidos por governos americanos anteriores.

A resolução também exortou “outros Estados” não signatários do TNP a unir-se aos esforços de desarmamento para livrar o mundo das bombas atômicas.

Esses Estados, não citados por nome na resolução, são o Paquistão e a Índia, que não assinaram o TNP mas sabidamente possuem arsenais atômicos, e Israel, que não confirma nem nega possuir armas nucleares, mas acredita-se que possua um arsenal considerável de ogivas.

A Coreia do Norte abandonou o TNP em 2003 e testou seu primeiro artefato nuclear em 2006 e outro este ano.

A resolução também pede que os países membros da ONU ratifiquem um tratado que proíbe a realização de testes nucleares e manifesta apoio às negociações sobre a proibição da produção de materiais físseis para ogivas.

A resolução reafirma o compromisso do Conselho de Segurança de “buscar um mundo mais seguro para todos e criar condições para um mundo sem armas nucleares”.

O documento pede que sejam ampliados os esforços para impedir a proliferação de armas nucleares, promover o desarmamento e reduzir o risco de “terrorismo nuclear”.

A reunião no Conselho de Segurança ocorre um dia depois do discurso de estreia do presidente americano na Assembleia Geral da ONU, em que ele citou a necessidade de impedir a proliferação de armas nucleares como um dos quatro principais desafios enfrentados pelo mundo atualmente.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090924_nuclearonuobama_ac.shtml

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1316548-5602,00-CONSELHO+DE+SEGURANCA+DA+ONU+APROVA+RESOLUCAO+PRODESARMAMENTO+NUCLEAR.html

( Jeremias 10:23 leia em sua Biblia )

Set 24, 2009 - Senza categoria    No Comments

Estreia de Barack Obama Na Assembleia Geral da ONU

Não queiram que os EUA resolvam todos os problemas mundiais, diz Obama à ONU

Presidente americano fez sua estreia na Assembleia Geral.
Ele lembrou compromisso americano com a organização e pediu união.

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O presidente dos EUA, Barack Obama, estreou nesta quarta-feira (23) na Assembleia Geral da ONU, discursando na 64ª edição dos debates. Ele falou sobre o compromisso americano com a ONU, com a diminuição das armas nucleares no mundo e com o Iraque e o Afeganistão.

 

Segundo Obama, os países devem se ajudar e não “esperar que os EUA resolvam todos os problemas do mundo”.

 

“Os que costumam repreender os Estados Unidos por atuar sozinho no mundo não podem agora ficar à margem e esperar que os Estados Unidos resolvam sozinhos os problemas mundiais”, disse. “É tempo de que cada um de nós assuma sua responsabilidade na resposta global aos desafios mundiais.”

“Eu assumi quando muitos do mundo estavam céticos em relação aos EUA. Aqueles que questionam o caráter da minha nação eu peço que vejam nossas conquistas. No meu primeiro dia na Casa Branca, eu pedi o fim da tortura e o fechamento da prisão de Guantánamo em Cuba.”

‘Quatro pilares’

Ele pediu aos líderes mundiais reunidos na Assembleia que iniciem uma nova era de cooperação multilateral. “Chegou o momento de o mundo seguir uma nova direção. Devemos adotar uma nova era de comprometimento baseada no interesse mútuo e no respeito mútuo”, disse.

 

“A escolha é nossa. Podemos ser lembrados como uma geração que optou por prolongar as disputas do século XX no século XXI, ou podemos ser uma geração que se une para servir aos interesses comuns dos seres humanos”, disse.

A cooperação, de acordo com Obama, deve ter quatro pilares: a não-proliferação, a promoção da paz e da segurança, a preservação do planeta e uma economia global que dê oportunidades a todos. 
 

Questão nuclear

Obama garantiu que seu país manterá compromissos, como o de continuar com o acordo para diminuição de armas nucleares.

 

“Devemos conter a expansão das armas nucleares e buscar a meta de um mundo sem elas”, afirmou.

 

Nesse sentido, ele pediu ajuda para evitar que essas armas caiam nas mãos de extremistas.

 

Ele acrescentou que vai buscar um novo acordo com a Rússia para a redução dos arsenais e disse que os países que se recusarem a cumprir as determinações do tratado de não proliferação de armas nucleares devem sofrer consequências.

Obama disse que os próximos 12 meses serão fundamentais nos esforços para fortalecer as medidas contra as armas nucleares e prometeu lutar por um mundo sem elas.

O presidente dos EUA disse ainda que está comprometido com a diplomacia com o Irã e a Coreia do Norte, mas que as duas nações devem ser detidas se decidirem pela opção das armas nucleares.

“Estou comprometido com a diplomacia que abre um caminho para a maior prosperidade e uma paz mais segura para as duas nações se elas cumprirem suas obrigações”, disse ele.

“Mas se os governos do Irã e da Coreia do Norte… assumirem os riscos da corrida pelas armas nucleares tanto na Ásia como no Oriente Médio — então eles devem ser impedidos.” 
 

Leia também: Fidel elogia, mas critica Obama

 

Oriente Médio

Ele também falou da importância dos acordos entre as nações e do desafio de obter a paz no Oriente Médio.

 

“Sei que isso será difícil, mas todos nós devemos decidir se somos sérios acerca da paz ou só falamos da boca para fora”, disse Obama, ao indicar que os EUA devem tanto apoiar a segurança de Israel quanto exigir que esse país respeite “os direitos e reivindicações legítimos dos palestinos”.

 

Obama voltou a afirmar que a construção dos assentamentos israelenses na Cisjordânia não é legítima.

 

“Continuamos enfatizando que os Estados Unidos não aceitam a legitimidade da continuação dos assentamentos israelenses na Cisjordânia”.

A afirmação de Obama acontece no dia seguinte ao encontro em que pressionou os dirigentes israelense e palestino, sem sucesso, para que voltassem à mesa de negociações.

 

Questão ambiental

Obama também disse que chegaram ao fim os dias em que seu país emperrava a luta contra as mudanças climáticas.

Elese comprometeu a promover a energia renovável e compartilhar tecnologia “verde” com os demais países do mundo.

“Nós vamos pressionar por maiores cortes nas emissões (de gasses causadores do efeito estufa) para alcançar os objetivos que estabelecemos para 2020 e finalmente 2050.”
 

Economia

Por último, ele abordou a crise econômica e pediu para que os países em desenvolvimento combatam a corrução. 

 

 Obama disse que o crescimento econômico só será sustentado e compartilhado se todos os países assumirem suas responsabilidades.

“Os países ricos devem abrir seus mercados a mais produtos e estender a mão aos que têm menos, enquanto reformam as instituições internacionais, para dar mais voz a mais países”, disse.

Além disso, os países em desenvolvimento “devem eliminar a corrupção, que é um obstáculo para o progresso”, acrescentou. 
 

Lula

Antes do discurso de Obama, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que é preciso construir “um novo mundo” após a crise financeira mundial.

 

O presidente brasileiro, que manteve a tradição de fazer o discurso inaugural, destacou que “a crise financeira, a nova governança mundial e a mudança de clima” são os temas preponderantes do futuro. Lula também apelou pela volta do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, ao poder.

Fonte :  http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1314987-5602,00-NAO+QUEIRAM+QUE+OS+EUA+RESOLVAM+TODOS+OS+PROBLEMAS+MUNDIAIS+DIZ+OBAMA+A+ONU.html

Biblia Jeremias 10:23

Apr 9, 2009 - Senza categoria    No Comments

14 DE Nisã

“PERSISTI EM FAZER ISSO EM MEMORIA DE MIM” LUCAS 22:19

O QUE OS DISCIPULOS DE JESUS DEVERIAM PERSISTIR EM FAZER?

E PORQUE E IMPORTANTE QUE VOCE FAçA O MESMO ?

VOCE ESTA CONVIDADO A DESCOBRIR AS RESPOSTAS

QUINTA FEIRA 9 DE ABRIL DE 2009

CAI NO DIA 14 DO MES DE Nisã DE ACORDO COM O CALENDARIO JUDAICO.Comemoraçao.jpg

PROCURE AS TESTEMUNHAS DE JEOVA PARA SABER O LOCAL

E NO DIA 25 DE ABRIL DE 2009 TEREMOS UM DISCURSO ESPECIAL INTITULADO ” EXISTE UMA RELIGIAO VERDADEIRA DO PONTO DE VISTA DE DEUS?” VOCE ESTA CONVIDADO (a) 

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